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| Turma de crisma 2019 da Paróquia de São Benedito - MA |
PJ Sucupira do Riachão-MA
sábado, 14 de dezembro de 2019
segunda-feira, 30 de julho de 2018
sábado, 21 de julho de 2018
JMJ 2019: confirmada
presença do Papa no Panamá
Francisco participará de sua terceira JMJ
e estará presente no Panamá de 23 a 27 de
janeiro de 2019.
janeiro de 2019.
Cidade do Vaticano
A Sala de Imprensa da Santa Sé confirmou a presença do Papa
Francisco na Jornada Mundial da Juventude do Panamá, em 2019.
Na breve declaração assinada pelo Diretor Greg Burke,
lê-se que o Pontífice acolhe o convite do governo e dos bispos
panamenhos e visitará o país de 23 a 27 de janeiro de 2019.
Rio, Cracóvia e Panamá
Será a 3ª JMJ do Papa Francisco, depois do Rio de Janeiro em
2013 e Cracóvia em 2016. Ao se realizar no mês janeiro, tendo
em conta o verão austral, o encontro no Panamá deverá ter menos
afluência europeia, mas uma participação mais forte dos países
da América Latina, e especialmente da América Central.
Viagens apostólicas
O Panamá será a 9ª nação latino-americana visitada pelo
Papa Francisco, depois do Brasil em 2013, Bolívia, Equador,
Paraguai e Cuba em 2015, México em 2016 e Chile e Peru
em 2018.O Pontífice ainda não regressou à Argentina,
seu país natal. Enquanto isso, no momento, o programa de
viagens apostólicas do Papa no segundo semestre de 2018
está focado na Europa, com uma visita à Irlanda em 25 e 26 de
agosto, e uma outra aos países bálticos (Lituânia, Estônia, Letônia )
de 22 a 25 de setembro.
Hino: versão internacional
À espera do Papa Francisco, na semana passada houve o lançamento
da versão internacional do hino da JMJ. Nos cinco idiomas oficiais, em
português a adaptação foi feita por Ziza Fernandes na voz dos jovens
Francisco Érick de Oliveira e Kiara Vasconcelos:
FONTE: vaticannews
[NOSSA VOZ] Superação da violência: Enfrentamento aos Ciclos de Violência Contra a Mulher.
Publicado por Thiesco Crisóstomo em Destaques, [Nossa Voz]
Por Bianca Ortega e Sabrina Ortega F. Lima
Antes de mais nada, é importante começar dizendo como é difícil para nós mulheres escrever um texto sobre nossas dores. Muitas vezes é preciso fazer algumas leituras para ajudar na reflexão deste assunto, ler algumas noticias de jornais, leituras bíblicas e dados sobre o alto índice de violência contra a mulher para entendermos de maneira mais clara o chão que pisamos. Estas leituras nos mostram que é difícil, mas muito importante falar sobre a superação da violência contra mulher.
Este ano estamos vivendo no Brasil, a Campanha da Fraternidade que tem como tema ‘superação da violência’, e nós, pjoteiras e pjoteiros, contamos com a Campanha Nacional de Enfrentamento aos Ciclos de Violência Contra a Mulher, lançada pela PJ Nacional no último ENPJ, em Rio Branco/AC, que nos ajudará na reflexão desta temática e fortalecerá nossa luta na superação da violência contra a mulher. Essa Campanha se faz necessária frente a tantos casos de abuso, assédio e silenciamentos sofridos por tantas companheiras.
Não é fácil e nem tranquilo fazer esta conversa, principalmente, porque muitas dessas violências sofridas por nos mulheres já está enraizada na nossa cultura, que é patriarcal e é praticada por todas e todos nós, homens e mulheres, sem que saibamos.
Para entender melhor é preciso entender o que é a violência contra a mulher e como ela se naturaliza no nosso dia a dia. Segundo uma breve pesquisa na Internet:
“A violência contra a mulher é todo ato que resulte em morte ou lesão física, sexual ou psicológica de mulheres, tanto na esfera pública quanto na privada. Às vezes considerado um crime de ódio, este tipo de violência visa um grupo específico, com o gênero da vítima sendo o motivo principal. Este tipo de violência é baseada em gênero, o que significa que os atos de violência são cometidos contra as mulheres expressamente porque são mulheres.” (Disponível em: https://goo.gl/Usou7Y).
O que nos leva a perguntar: onde essas violências acontecem? Para responder essa pergunta é preciso olhar para o nosso cotidiano, em nossas casas, trabalhos, escolas, comunidades/Igrejas, relacionamentos, grupos de jovens, enfim, em todos os espaços de convivência onde há a presença de mulheres e refletir como nos relacionamos com elas. Os ciclos de violências se iniciam nesses espaços de convivência social: diversos tipos de assédio nos transportes públicos (metrô, ônibus, taxi, uber…) e nas ruas; insinuações e desvalorização por ser mulher nas escolas, faculdades; e no trabalho, o mesmo, piadas, rótulos, xingamentos, os salários desiguais, tarefas designadas só ao gênero feminino, etc. A violência física, o assassinato de mulheres – Feminicídio – é o mais grave ponto no ciclo dessa violência cotidiana. Até lá sofremos variadas e pequenas violências, que nos silenciam, humilham, adoecem e que são naturalizadas por todas e todos nós.
A violência doméstica e sexual, infelizmente tem crescido nos últimos anos, o Feminicídio, violência praticada contra o gênero feminino, pelo simples fato de serem mulheres, tem alcançado índices altíssimos de vítimas por todo o país e merece nossa atenção. A cada um minuto uma mulher é estuprada e a cada duas horas uma mulher morre por feminicídio. Três em cada 5 mulheres jovens já sofreram violência por parte de seus companheiros. Pensar na superação desta violência se faz necessário, mas também é preciso uma conversão dos nossos atos que reproduzem essa violência.
Se quisermos mesmo fazer um exame de consciência para essa quaresma onde a Igreja está refletindo, com a Campanha da Fraternidade 2018, sobre a superação da violência, em especial sobre esse tema que escolhemos para refletir hoje às vésperas do Dia Internacional da Mulher, precisamos ir além do final trágico, precisamos urgentemente olhar para nossa cultura machista e nosso comportamento diante da vida das mulheres do mundo. O machismo é um mal que afeta a todos, não apenas as mulheres. A masculinidade tóxica também machuca e oprime os homens. A luta das mulheres deve ser a luta de toda a população, pois a superação da violência é dever de todo cidadão, e todo cristão. Para ajudar no enfrentamento da violência contra a mulher todos nós podemos refletir e dialogar com nossos amigos, grupos dentro e fora da igreja, em todos os espaços onde estamos. Claro, respeitando o lugar de fala das mulheres, dando voz a elas, acolhendo suas denúncias e ajudando-as em seu empoderamento.
Refletir sobre esse tema é fundamental para a superação da violência. Então, a proposta é levar esse tema para nossos grupos de jovens, e propor gestos concretos para melhorar o cotidiano de todas as mulheres e conversar sobre formas de ampliar essas atitudes de superação. Observar como vivemos pressionadas pela indústria da moda e pela cultura do corpo perfeito, pela maternidade romantizada, pela romantização dos relacionamentos (principalmente os relacionamentos abusivos), pela carreira bem sucedida, a dupla jornada de trabalho, às vezes tripla, coisas que nos obrigam a entrar num padrão, um modelo de mulher e se não formos assim, não servimos, não prestamos. É preciso rever os conceitos de “mulher perfeita”. É preciso dar voz às companheiras. Não silenciar-nos já é um caminho para esse enfrentamento.
Nos juntamos às vozes e à história de tantas mulheres que sofrem e sofreram violências físicas, sexuais, assédios, violência psicológicas, que são ou não empoderadas, que denunciaram ou não essas violências, pois sabemos que não é fácil, que somos sempre questionadas independente da atitude que tomamos. Não é fácil sermos colocadas como inimigas quando na verdade somos todas vítimas dessa sociedade individualista e patriarcal.
Que nessa quaresma, possamos refletir também sobre essa violência que, como muitas, começa como uma “brincadeira” ou “comentário inocente”, mas que inferioriza a mulher e termina como violência doméstica, abuso e até o feminicídio.
Que possamos juntas e juntos combater os ciclos de violência contra a mulher.
Links sobre os dados usados no texto:
• https://googleweblight.com/i…
Link sobre a Campanha Nacional da PJ:
• http://www.pj.org.br/campanha-nacional-de-enfrentamento-ao…/
[Para mais textos, subsídios e roteiros para grupo de jovens sobre a temática entre em contato conosco].
Bianca Ortega – 25 anos, formada em Letras, professora, pejoteira, está no serviço da Coordenação Regional da PJ pela Sub-Região Sorocaba e articuladora das CEBs de Sorocaba e região e milita pelas causas das mulheres.
Sabrina Ortega Ferreira Lima – 25 anos, formada em História, professora, pejoteira, está no serviço da Coordenação da PJ na Arquidiocese de Sorocaba, participa da CEBs e milita pelas causas das mulheres.
“A violência contra a mulher é todo ato que resulte em morte ou lesão física, sexual ou psicológica de mulheres, tanto na esfera pública quanto na privada. Às vezes considerado um crime de ódio, este tipo de violência visa um grupo específico, com o gênero da vítima sendo o motivo principal. Este tipo de violência é baseada em gênero, o que significa que os atos de violência são cometidos contra as mulheres expressamente porque são mulheres.” (Disponível em: https://goo.gl/Usou7Y).
• https://googleweblight.com/i…
• http://www.pj.org.br/campanha-nacional-de-enfrentamento-ao…/
Novo ciclo de catequeses do Papa é dedicado ao sacramento da Crisma
O Papa Francisco iniciou nesta quarta-feira (23), um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Confirmação ou Crisma.
“Depois das catequeses sobre Batismo, estes dias que seguem a solenidade de Pentecostes nos convidam a refletir sobre o testemunho que o Espírito suscita nos batizados, colocando em movimento a sua vida, abrindo-a ao bem dos outros”, disse Francisco iniciando a reflexão.
Na Praça S. Pedro, os peregrinos ouviram o Pontífice iniciar um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Crisma, também chamado Confirmação, quando os fiéis recebem o dom do Espírito Santo.
O Papa Francisco iniciou nesta quarta-feira (23), um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Confirmação ou Crisma.Sal e luz do mundo
Aos seus discípulos, Jesus confiou uma grande missão: ser sal da terra e luz do mundo. “São imagens que nos levam a pensar no nosso comportamento, porque seja a carência, seja o excesso de sal comprometem o alimento, assim como a falta ou excesso de luz impedem de ver”, disse o Papa, acrescentando que somente o Espírito de Cristo nos dá o sabor e a luz que clareia o mundo.
Este dom é recebido justamente no Sacramento da Confirmação. “Confirmação porque confirma o Batismo e reforça a sua graça; assim também “Crisma” porque recebemos o Espírito mediante a unção com o “crisma” – óleo consagrado pelo Bispo – termo que remete a “Cristo”, o Ungido pelo Espírito.
Nada podemos sem o Espírito Santo
Renascer para a vida divina no Batismo é o primeiro passo, explicou o Papa, depois é preciso se comportar como filhos de Deus, ou seja, conformar-se ao Cristo que atua na santa Igreja.
“Sem a força do Espírito Santo não podemos fazer nada. Assim como toda a vida de Jesus foi animada pelo Espírito, assim também a vida da Igreja e de cada seu membro está sob a guia do mesmo Espírito.”
A carteira de identidade de Cristo
Francisco ressaltou o modo com o qual Jesus se apresenta na sinagoga de Nazaré, a sua a carteira de identidade, isto é, Ungido pelo Espírito. «O Espírito do Senhor está sobre mim; por isso me consagrou com a unção e me enviou a levar aos pobres o alegre anúncio » (Lc 4,18).
O “Respiro” do Cristo Ressuscitado enche de vida os pulmões da Igreja. Pentecostes é para a Igreja aquilo que para Cristo foi a unção do Espírito recebida no Jordão, isto é, o impulso missionário a viver a vida pela santificação dos homens, a glória de Deus.
Deixar-se guiar pelo Espírito
No momento de fazer a unção, explicou ainda Francisco, o bispo diz estas palavras: “Receba o Espírito Santo que lhe foi confiado como dom”.
“É o grande dom de Deus”, finalizou o Pontífice. “Todos nós temos o Espírito dentro, o Espírito está no nosso coração, na nossa alma. E o Espírito nos guia para que nos tornemos sal e luz na medida certa aos homens. O testemunho cristão consiste em fazer somente e tudo aquilo que o Espírito de Cristo nos pede, concedendo-nos a graça de o realizar.”
FONTE: CANÇÃO NOVA E VATICAN NEWS
quarta-feira, 18 de julho de 2018
PELAS MULHERES: PASTORAIS DA JUVENTUDE LANÇAM SUBSÍDIO DA SEMANA DA CIDADANIA
“Mulheres, é hora de transformar o que não dá mais”. Com essa temática, as Pastorais da Juventude do Brasil – Pastoral da Juventude (PJ), Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR) e Pastoral da Juventude Estudantil (PJE) – lançam o subsídio da Semana da Cidadania 2018, prevista para ser trabalhada nos grupos de base de 14 a 21 de abril. O lema que ajudará as/os jovens na reflexão é: “Essa ciranda não é minha só, ela é de todas/os nós”. Para a iluminação bíblica, foi escolhido o versículo 13 do capítulo 15 do livro de Judite: “Ela foi para a frente de todo o povo e conduziu as mulheres na dança”.
O material é dividido em quatro eixos: (1) protagonismo social e participação política das mulheres; (2) desigualdade de gênero no mercado de trabalho; (3) violência doméstica contra a mulher e (4) protagonismo feminino no seio da Igreja. Além disso, o conteúdo do subsídio traz sugestões de diferentes tipos de atividades que podem ser realizadas pelos grupos, além de roteiros de ofício divino.
O cartaz da atividade permanente foi diagramado pelo jovem Thiago Lemos. A arte é uma construção de Chiquinho d’Almeida e Pe. Maicon Malacarne, membros da Comissão Nacional de Assessores/as da PJ. O subsídio tem diagramação de Thiesco Crisóstomo. A construção do material foi feita pelos/as secretários/as nacionais das PJ’s em conjunto com jovens das respectivas coordenações nacionais.
O cartaz da atividade permanente foi diagramado pelo jovem Thiago Lemos. A arte é uma construção de Chiquinho d’Almeida e Pe. Maicon Malacarne, membros da Comissão Nacional de Assessores/as da PJ. O subsídio tem diagramação de Thiesco Crisóstomo. A construção do material foi feita pelos/as secretários/as nacionais das PJ’s em conjunto com jovens das respectivas coordenações nacionais.
http://www.pj.org.br/pjs-semana-da-cidadania-2018/
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